Vc Repórter Pequim

RSS
Comentários
5
Comentar
Fechar X

* campos obrigatórios

  1. Este campo será mostrado junto ao seu comentário.

  2. AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião de Terra Networks Brasil S.A. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Terra Networks Brasil S.A. poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

Comentar

Deilson Júnior/vc repórter

A bebida do povo na China chama-se erguotou, feita à base de arroz. É a cachaça chinesa, só que com teor alcoólico mais alto: 56%. Vendida em garrafinhas de 100 ml, custa três yuans (menos de um real). Pode ser encontrada em mercearias e mercados em toda a China.

Há também a versão em 500 ml pelo preço de oito yuans (cerca de dois reais). Erguotou é apreciada durante o almoço e o jantar mas, como a nossa pinga, é também consumida para espantar a tristeza e os dessabores da vida difícil por aqui da população mais carente.

Apesar de forte, a bebida não tem um cheiro e gosto predominante de álcool. Porém, essa faceta engana e deixa qualquer desavisado de porre.

O erguotou também é encontrado em lojas de bebidas importadas. Porém, nesse caso, vem em uma caixa vistosa. O preço é bem mais caro que em pequenas lojas tipicamente chinesas. É para gringo ver. No Brasil, a cachaça segue a mesma prática de oferta aos apreciadores.

5

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 5
  1. Vinicius » Postado em: 18 de agosto, às 15:09

    Caraca… Os caras ganham uma viagem de graça pra China, e em vez de usar isso sabiamente, ficam escrevendo sobre a ”cachaça chinesa”…. Esse é o povo brasileiro, mas preocupado em ficar na brisa do que adquirir conhecimentos importantes e interessantes…. =/

  2. Henrique » Postado em: 18 de agosto, às 15:26

    Off topic
    Sobre os atletas brasileiros nas olimpiadas.

    1- a pressao sobre os atletas brasileiros é muito maior do que se imagina. nao bastasse a pressao que todos os outros atletas ja sofrem, os brasileiros ainda carregam a pressao de competir por 190 milhoes de pessoas. Sao tao escassos os nossos atletas que sentimos cada vitoria como sendo nossa vitoria.
    Americanos, por exemplo, competem por si, eles querem ganhar, eles se esforçam para ganhar, mas para o país, salve rarissimas exceções, aparecem como mais um a ganhar, apenas um numero a mais no quadro de medalhas.

    2- O Brasil é dirigido por um bando de corruptos avidos pelo dinheiro publico. Os brasileiros em geral são boas pessoas, tem emoção e competencia e demonstram isso quando há investimento. O pontencial é enorme.
    Eu daria muito mais valor ao Brasil, se tivesse educacao, cultura, saude e esporte para todos e ainda assim nao ganhassemos nenhuma medalha. O governo tem que preparar o povo para a vida, nao para as olimpiadas. Os atletas de alto rendimento aparecem naturalmente qdo se tem estrutura. Medalha em olimpiada nao deve ser o nosso foco, deve vir como consequencia.

  3. Antonio Sergio » Postado em: 18 de agosto, às 16:04

    Essa eh para o Vinicius:

    Antes de fazer critica voce deve examinar a materia. Verificar a autoria.

  4. Vinicius » Postado em: 18 de agosto, às 16:18

    Antonio Sérgio, a autoria é dos dois brasileiros que ganharam a promoção do vc repórter e estão na China junto com a equipe do site, certo? Eles não são brasileiros?
    Então a crítica é pro texto deles mesmo… Sem mais…

  5. Mari » Postado em: 18 de agosto, às 21:50

    que isso gente freedom ja ouviram falar??diplomacia liberdade de expressao.
    Vinicius e Henrique vcs sao gente fina vamo la Galera!!
    respeitem a diferenca …um abracao deixem rolar as medalhas somos todos querreiros vcs sabem disso.

RSS
Comentários
1
Comentar

polo2_514.jpg

Pólo aquático é um esporte sem tradição no Brasil. Não é à toa que nem a equipe masculina nem a feminina se classificaram para os Jogos.

Na China, pelo jeito, a prática também carece de desenvolvimento. Retrato maior foi a derrota da equipe feminina da China para a Austrália, por 12 a 11, pelas quartas-de-final do torneio da modalidade, no Parque Aquático Ying Tung, em Pequim.

Logos após terem perdido a partida, os torcedores chineses saíram em debandada e a torcida holandesa, com suas camisas laranjas, passaram a dominar a arena. É que no segundo jogo, o time feminino da Holanda enfrentaria a Itália, atual campeã olímpica, também pelas quartas-de-final da Olimpíada. Esta partida foi mais emocionante – e bem melhor. Terminou empatada no tempo normal e na prorrogação. O jogo foi para os pênaltis e a Holanda ganhou e se classificou para a semifinal.

A torcida holandesa é uma maravilha. O quadro de torcedoras é um delírio. Ficamos felizes por elas.

1

Comentários

Comentar
Visualizando 1-1 de 1
  1. Fabiano de Oliveira » Postado em: 18 de agosto, às 17:48

    Nas Olimpíadas de Sydney, quando estive por lá fazendo a cobertura, as holandesas eram as que mais trocavam camisetas e acessórios do seu país por lembranças de outros, em especial o Brasil. Tenta aí, Augusto!!! E você ainda ganha um sorriso de uma holandesa… ;-)

RSS
Comentários
1
Comentar

Augusto Diniz/vc repórter

Não, não é pagode com feijoada. Pagode na China é lugar para meditar. O Templo Miaoying da Dágada Branca, ou o Templo do Pagode Branco, é o maior e mais antigo da China em uma das correntes do budismo. É datado de 1271.

Fora do badalado circuito dos templos turísticos da capital, ele é o que melhor representa na arquitetura o budismo proveniente do Nepal, onde Buda se originou.

O pagode é onde se abriga imagens religiosas. Neste, há também cinzas de ancestrais. Por conta disso, ele não é aberto. Mas o templo onde ele está inserido sim.

Estes templos são divididos em diversos salões. Em geral, o primeiro salão é aberto com uma grande imagem de Buda, encostado a Wei Tuo, protetor da doutrina budista, e ladeado pelos Quatro Reis Celestiais (uma espécie de guardiões).

Dependendo do templo, os próximos salões variam, mas todos apresentam manifestações de Buda. No Templo do Pagode Branco, uma inacreditável coleção de estatuetas budistas recolhidas em diversas dinastias da China, é o grande destaque – além da não existência de tráfego de pessoas para conhecê-lo.

1

Comentários

Comentar
Visualizando 1-1 de 1
  1. » Postado em: 17 de agosto, às 22:15

    Já estava até pensando em como seria o samba chinês…
    hehehehehehe
    Beijos

Augusto Diniz/vc repórter

O Estádio Olímpico, mais conhecido como Ninho de Pássaro, principal sede dos Jogos de Pequim, é o templo dos farofeiros. A obra mais cara dos complexos esportivos construídos para a Olimpíada se transformou em uma atração turística tão grande, que as competições passaram a ter importância menor para os torcedores. O que vale mesmo é ir lá e fazer uma foto junto com essa impressionante construção.

No Ninho de Pássaro, tudo transcorre de forma diferente das outras praças esportivas. A começar pelo lado de fora do estádio. Dezenas de cambistas se acotovelam oferecendo ingressos aos estrangeiros sem cerimônia. Uma multidão de sem-ingressos fica postada em uma avenida que dá acesso ao local só para ver o movimento ou tirar uma foto à distância desse novo cartão postal chinês.

Os que entram disparam as máquinas fotográficas a todo tempo. O Centro Aquático, ou Cubo d’Água, com seu formato e iluminação multicolorida, como fica ao lado do estádio, também é bravamente fotografado. Alguns fazem malabarismos para registrar suas imagens.

Na área de alimentação do Estádio Olímpico se vende desde refrigerantes a quentinhas de comida chinesa. O movimento é frenético nesse departamento. É uma farra gastronômica para toda família. Além disso, dentro do estádio, há um balcão para venda somente de cervejas. Desta área não saíam russos, alemães e escandinavos.

Nos autos-falantes da área externa se ouvia Kenny G.

Várias provas acontecendo ao mesmo tempo no Ninho de Pássaro – prática comum nas competições de atletismo – faziam as pessoas se dispersarem ainda mais das provas e se centrarem no espetáculo maior que é estar ali, participando de um acontecimento mundial dentro dessa monumental obra.

Somente quando um ou outro chinês competia é que se via um agito maior nas arquibancadas, do tipo aquelas de bola próxima a área do gol e a galera gritando. Ou então quando a prova mais nobre do atletismo, os 100 metros rasos, apresentava seus grandes atletas, como o norte-americano Tyson Gay e os jamaicanos Usain Bolt e Asafa Powell.

O Ninho de Pássaro estava lotado. O esforço de marketing para transformar o estádio em um símbolo da Olimpíada de Pequim deu certo.

6

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 6
  1. DECIO - SANTOS/PRAIAS » Postado em: 15 de agosto, às 21:00

    PELO COMENTARIOA ANTERIOR JEITO VC É MAIS UM DOS NOVOS BRAZUCA QUE GOSTAM DA MUSICA RIDICULA QUE ROLA NOS BAILE FUNK. VCS TAO CHEGANDO AGORA E NEM SABEM O QUE É MUSICA.

  2. americano » Postado em: 15 de agosto, às 21:27

    Esse personagem deve ter ido a Pequim com a incumbencia de meter o pau na China e relata fatos os mais absurdos. Sobre o andamento dos jogos não dá noticia nenhuma. Até parece que aqui não tem cambistas. O que não tem aqui é gente com poder aquisitivo para comprar maquina fotográfica e ficar disparando. O que não tem aqui é um estadio como esse, que é mesmo o símbolo da Olimpiada. Vai ser chato assim lá na China.

  3. valmir » Postado em: 15 de agosto, às 21:28

    quem me dera um dia ter um estadio deste aqui no brasil, tenho certeza que os farofeiros que estão visitando o minho tem muito mais cultura do imbecis que escreveu esta materia.

  4. eduardo » Postado em: 15 de agosto, às 21:41

    opa.
    o decio defendeu kenny g?

    se fuder, música de pobre.
    deve ter tocado na formatura dele. no casamento. na comunhão. nos 15 anos da filha. é foda ter espírito de vileiro

  5. Mazé » Postado em: 15 de agosto, às 21:41

    Gente !!! Quanta raiva e quanta falta de percepção… Eu entendi perfeitamente o post do blogueiro, É muito possível estar acontecendo tudo isso. É tudo festa gente ! Sem neura, tá? Feliz ele que pode estar lá no meio do mundo. Porque o meio do mundo agora é o Ninho do Pássaro.

De�lson Júnior/vc repórter

A minoria muçulmana que vive em Pequim se concentra próxima a maior e mais antiga mesquita da cidade, localizada ao sul da capital. Nos dois quarteirões em frente ao templo, carne de carneiro é vendida como carne-de-sol no interior do Nordeste, exposta no açougue sem refrigeração, e roupa lavada é estendida na calçada. Também se conserta bicicleta em uma esquina, na rua mesmo.

Nos postes, um emaranhado de fios se liga aos prédios e casas da localidade. Em Niu Jie, cabos ainda não correm nos subterrâneos de Pequim, como nas áreas nobres e do centro. Cabeleireiro integrado a uma casa de massagem chinesa levanta uma suspeita já avisada por muitos por aqui: estabelecimentos desse tipo são fachadas de casa de prostituição.

O aparente abandono da região contrasta com a imponente mesquista – que hoje se encontrava fechada para visitas.

Na China, existem cerca de 20 milhões de muçulmanos. Uma boa parte habita a região Noroeste do País.

1

Comentários

Comentar
Visualizando 1-1 de 1
  1. Mazé » Postado em: 15 de agosto, às 22:00

    Ninguém comentou este post ainda porque? Tem muita coisa pra se falar - por exemplo: a gente olhando assim, não vê muita diferença de nossos bairros, exceto pelo emaranhado de fios. Mas, será? Nossas periferias também têm esse emaranhado…e são “gatos”. Mas, se isso na foto é periferia…que dizer das nossas ! Estou curtindo todas as informações desse blog, muito bom!

RSS
Comentários
5
Comentar

Delson Júnior

Qiao Zi Zhe, a cerca de 60 quilômetros do centro da capital, é uma pequena vila localizada em uma estrada vicinal da rodovia que liga Pequim até a cidade de Mutianyu. Na rodovia, milhares de banners em postes saúdam Pequim 2008. Trata-se de um dos principias trajetos à Muralha da China. Já na estrada vicinal, algumas plantações e nada diferente dessas vias que cortam regiões do interior brasileiro.
 
Chegando lá, procuramos a sede do governo para saber se poderíamos conhecer o local e alguma residência. Fomos atendidos por dois funcionários. Enquanto aguardávamos uma resposta na beira da estrada que corta o lugarejo, um deles falava ao celular. Ele tinha ligado para o líder da vila (na China, o sistema político em pequenas cidades é composto por um líder) para saber se o mesmo autorizava nossa visita.
 
Porém, fomos informados que, devido aos Jogos Olímpicos, isso não era possível. Dois minutos depois, dirigindo uma moto, o próprio líder veio nos dizer pessoalmente da proibição.
 
Em seguida, o comandante e os dois funcionários se dirigiram para a sede do governo - uma construção vistosa destoante dos casebres predominantes ao lado e em frente do estabelecimento.

Mais dois minutos e o líder deixa a sede. Tenso, pergunta se já não tínhamos ido embora.
Assim, não é dessa vez que mostraremos a realidade da vida no campo na China.

5

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 5
  1. Jayme Vignoli » Postado em: 14 de agosto, às 11:22

    Alô Augusto! Parabéns pela bela cobertura aí em Pequim! Escrevo apenas para mandar um grande abraço! Continuarei acessando e lendo com prazer.
    Abraço,

    Jayme Vignoli

  2. Maria José Zabarelli de Queiroz » Postado em: 14 de agosto, às 12:25

    Oi Junior!!!! a familia Zabarelli manda um grande abraço para vc e parabeniza pelo exelente trabalho que vc e o Augusto estão fazendo em Pequim um beijo saudades volta logo ……..

  3. » Postado em: 14 de agosto, às 21:37

    grande augusto. estou sempre aqui acompanhando suas aventuras por aí. bom trabalho. um abraço.

  4. Ieda Zabarelli » Postado em: 15 de agosto, às 14:16

    Parabéns pelo excelente trabalho, além de nos deixar informado sobre os jogos, nos passa muito sobre a cultura Chinesa. Estou orgulhosa de você. Beijos!

  5. Mazé » Postado em: 15 de agosto, às 22:07

    Que pena que não deu pra ver! Talvez(?) não queiram mostrar certos aspectos do país. Mas, que é verdade que a gente só conhece o país se conhece o povo, isso é verdade verdadeiríssima. Mesmo assim, a reportagem tá ótima!

RSS
Comentários
9
Comentar

Augusto Diniz/vc repórter

Demos um ippon na China
 
O brasileiro Eduardo Santos não conseguiu se classificar para disputar o bronze após ser derrotado pelo suíço Sergei Aschwanden, na repescagem na categoria até 90 quilos do judô, mas a sua primeira luta, contra o chinês Yanzhu He, nos soou como uma medalha de ouro.

Na arquibancada, o grito de guerra dos chineses nesta Olimpíada – “Zhong Guo, Jia You” (algo como “para frente, China”) – mexeu com o nosso brio. Ali, junto com meia dúzia de brasileiros, nos sentimos um David na luta contra Golias.

O nosso herói brasileiro, mesmo tendo fracassado depois, nos deixou de peito estufado para seguirmos assistindo à modalidade no Ginásio da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pequim.

Por outro lado, Ikeda Takaaki, repórter do maior jornal japonês, o Asahi Shimbun, que chega a imprimir quatro milhões de exemplares por dia, nos confessou que a globalização do judô o entristece. “O judô mudou muito e não é hoje aquilo que foi criado no Japão”, afirma.

De acordo com o jornalista, somente a judoca japonesa Ayumi Tanimoto, que conquistou no dia 12 a medalha de ouro na categoria até 63 quilos, pratica o verdadeiro judô originado em seu País. “No mundo, ninguém pode ganhar dela”, resume.

9

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 9
  1. » Postado em: 13 de agosto, às 15:55

    Nossa, imagino a emoção… Um ginásio lotado de chineses, meia dúzia de brasileiros, e um duelo de titãs…
    Estou amando a cobertura de vcs…
    Beijos

  2. gustavo » Postado em: 13 de agosto, às 15:56

    Concordo com o comentário do japonês quanto ao judo criado no Japão. Na verdade o judo atual, virou uma trocacação de força absurda e está muito semelhante a luta olímpica, só que de judogui.

  3. Davi Matos » Postado em: 13 de agosto, às 16:17

    não é david,,é DAVI

  4. Bueno » Postado em: 13 de agosto, às 16:21

    Bem coisa de brasileiro mesmo… faz o mais dificil e tropeça no mais fácil…
    Tem que treinar mais e manter o equilíbrio emocional… Porque nossos judocas e esportistas em geral vão bem em seus mundiais e na Olímpiada fracassam…??? Só tem uma resposta: DESEQUILÍBRIO EMOCIONAL.

  5. Maria Paula » Postado em: 14 de agosto, às 01:48

    Prezado Davi,

    na verdade, em português ambas as grafias do seu nome são aceitas, tanto “Davi” quanto “David”.

    Sendo a primeira mais utilizada no Brasil e a segunda mais utilizada em Portugal. Não se espante se algum português pronunciar o seu nome como “Davide”, com um curto “e”após o “d” (como uma semi-vogal).

Augusto Diniz/vc repórter

Depois de percorrermos cerca de 40 quilômetros em mais de uma hora de viagem, chegamos ao Parque Olímpico de Remo e Canoagem Shunyi. Nas arquibancadas, uma surpresa: os chineses eram minoria. O público presente compunha-se de australianos, ingleses, poloneses, franceses, italianos, entre outros europeus.

Foi a primeira vez que vimos uma arena da Olimpíada não ocupada, em sua maioria, pelos anfitriões.

O taxista Zhu Chun Ming, 47 anos, residente em Pequim, disse que só conhece a modalidade pela televisão. “Não iria assistí-la nos Jogos. Não gosto desse esporte”, afirmou na porta da praça esportiva. Zhu prefere vôlei e sabe que o Brasil é uma potência nesse esporte. Além do mais, ele disse que tem que trabalhar – adiantou que não menos 12 horas por dia.

A única filha entra para a universidade em setembro e, apesar de todas serem públicas, paga-se para freqüentá-las. Por causa da Olimpíada, Zhu explicou que está conseguindo juntar um pouco mais de dinheiro.

Na arena da canoagem, também foi a primeira vez que vimos uma premiação nos Jogos. E ainda a primeira medalha olímpica de Togo, pequeno país africano – aliás, muito festejada pelos torcedores presentes. A medalha, de bronze, veio através de Benjamin Kudjow Thomas, na categoria canoagem slalom K1. O ouro ficou com Alexander Grimm, da Alemanha, e a prata com Fabien Lefevre, da França.

Na outra categoria, na slalom C1, o eslovaco Michal Martikan levou o ouro, a prata ficou com o britânico David Florence, e o bronze com o australiano Robin Bell.

O Brasil estréia no dia 13 na modalidade, com Poliana Aparecida de Paula, na categoria canoagem slalom K1. Já o outro atleta brasileiro da modalidade, Nivalter Santos, participa dos jogos na categoria canoagem velocidade C1-500 metros, no dia 19.

9

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 9
  1. » Postado em: 12 de agosto, às 17:45

    Nogu, estou amando sua cobertura, acho q toda olímpiada vc deveria ir…
    Estamos realmente com saudades e doidos pra saber os bastidores dos bastidores…
    As fotos tb estão ótimas, vcs formaram uma dupla a tanto…
    Vc gostou da mensagem do seu novo “sobrinho”?
    Já sabe quem sou eu?
    Beijos

  2. Alini Brito » Postado em: 12 de agosto, às 18:01

    Estou gostando do perfil das matérias, bem sua cara essa coisa de olhar o entorno o “real” fora do espetáculo Olimpíada.
    Abraços!
    Alini Brito

  3. Regina » Postado em: 13 de agosto, às 13:46

    Alguem por favor faça chegar ao Diego Hipolito a informação de que o Mantra que ele está mentalizando não é nada bom: “Não vou errar”. Ao mentalizar um Mantra com a palavra “Não” a mente irá excluir o “Não” da frase. Qdo se diz a mente “Eu não vou errar” ela vai registrar “Eu vou errar”. Mantras q sugiro a ele: “Eu vou acertar”, “Eu vou ganhar”, “O outro é meu”.

  4. Felipe Serra » Postado em: 13 de agosto, às 16:08

    Concordo com o jornalista japones, a maioria das lutas sao muita forca e pouca tecnica, de cada 10 lutas so 1 presta e o tao sonhado “caminho da suavidade” foi para o espaço.

  5. José Fantin » Postado em: 13 de agosto, às 16:12

    Não há o que comentar diante deste horror.que povo é este??? gente????
    O Dalai está na França ??? Fazendo oque?
    Mostrem isto pela midia mundial.Recebi em meus emails.
    Isto é inacreditaavel

    ENTRE NESTE SITE E OLHE O QUE ELES FAZEM COM OS ANIMAIS AINDA VIVOS:
    http://www.petatv.com/tvpopup/video.asp?video=fur_farm&Player=wm&speed=med

Augusto Diniz/vc repórter

Um dos maiores orgulhos dos italianos são suas marcas. Tratam-se de produtos de luxo, charmosos, badalados e caros. Enfim, sonho de consumo de muitos.

Porém, no Mercado da Seda em Pequim, templo de venda de produtos falsificados de roupas, sapatos, bolsas e tudo mais, os italianos andam aos bandos, barganham preço com os chineses e nem de longe parecem preocupados em defender com brio as suas famosas etiquetas.

Aliás, os produtos falsificados italianos são apresentados descaradamente para quem quiser ver. E comprar. Mas não só a delegação italiana na China que se delicia dos preços em conta de “marcas famosas”.

Húngaros, brasileiros, poloneses, bolivianos, equatorianos, franceses, dentre outros, devidamente uniformizados e com suas respectivas credenciais penduradas no pescoço, percorrem ansiosos pelos corredores desse inusitado mercado.

Para os chineses se trata de uma festa. É mais gente para discutir preço, negociar uma calça jeans de marca famosa, porém falsificada, começando o seu valor em 480 yuans e deixando abaixar para 100 yuans – cerca de 25 reais. Nada mal para os italianos.

6

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 6
  1. Danilo Carlos Angelo » Postado em: 10 de agosto, às 20:16

    É realmente impressionante tudo isso não é mesmo rsrsrs!
    Mas eu acho que essa galera dos países mais ricos são os mais tentados a comprar movidas pela necessidade de consumo rs.
    Pois esta necessidade é tão forte que transcende as paredes e muralhas da China do consumismo rs.
    Eu só fico pensando no montante de eletrônicos que a galera vai se entregar rsrs.
    Bom demais esse blog, sucesso para vocês.

  2. » Postado em: 10 de agosto, às 23:11

    Não adianta….
    O ser humano sempre arruma um jeito pra gastar dinheiro…
    hehehehehehehehehe
    Beijos

  3. Meni » Postado em: 11 de agosto, às 10:02

    Me dá um certo alívio ler as reportagens de vocês. Digam a verdade… deu saudade das filas, ônibus, camelôs e confusões brasileiras? Pelo menos parece que se gasta menos dinheiro. E a cerveja? É boa como a nossa? Falem como andam se saindo com as comidas, já deu pra entender o cardápio ou tão comendo hamburgeres o dia todo?

  4. George » Postado em: 11 de agosto, às 17:44

    Cabe lembrar aos caros colegas brasileiros que estes mesmos produtos são encontrados aqui no Brasil, desde a célebre 25 de março no centro de São Paulo, até os diversos Stand Centers (ou muamba centers) espalhados pelo país, aliás pelas mãos de compatriotas destes mesmos chineses, como é o caso do ilustre Dr. Lao.

  5. mario » Postado em: 12 de agosto, às 15:13

    kkkkkk…BANDO DE ESNOB…
    depois e brasileiro q e mala…………..

De�lson Júnior/vcreporter

Esqueça o que passamos ontem (sábado) antes de assistirmos a Seleção Feminina de vôlei. Neste domingo, o perrengue foi maior. Saímos cedo rumo à Quadra Olímpica de Tênis. Se jogamos em um táxi. Porém, fomos orientados a descer próximo a arena e pegar um ônibus que atende exclusivamente aos torcedores que se dirigem à região onde está localizada a maioria dos centros esportivos.

Daí, começou o sufoco. Chovia torrencialmente. Passaram-se três ônibus que circulam somente nesta tal região olímpica, mas não conseguimos embarcar. O empurra-empurra era geral, pois os ônibus já chegavam cheios. Finalmente conseguimos subir no quarto carro, completamente ensopados, depois de muita insistência. Lá dentro, um aperto só.

No caminho até o complexo de tênis, mais contratempos. Um ônibus quebrado segurava o trânsito. E dá-lhe paciência oriental.

Enfim, entramos na Quadra Olímpica de Tênis. Dessa vez não existia fila. Mas havia uma razão. Já que chovia, todos os jogos da manhã estavam suspensos. E lá fomos nós tomar uma cerveja enquanto aguardávamos a chuva passar, a quadra secar e, finalmente, ter início aos jogos da modalidade.

No entanto, o sonho de beber cerveja virou outro tormento. Encaramos uma fila de quarenta minutos debaixo de chuva para chegar até o balcão. Na entrada do quiosque, nos engalfinhamos com os chineses para conseguir fazer o pedido - e também fazer com que eles entendessem o que queríamos. Chineses falando inglês são raros. Depois de um exercício de mímica, conseguimos sair com três cervejas cada um.

Dever cumprido, fim da chuva, nos sentamos finalmente na quadra central do complexo para assistir o jogo do número 8 do ranking da ATP, o norte-americano James Blake, contra o australiano Chris Guccione, 90° colocado do ranking. Vitória do primeiro. E nós continuávamos nos secando.

6

Comentários

Comentar
Visualizando 1-5 de 6
  1. Maria José Zabarelli de Querioz » Postado em: 10 de agosto, às 13:46

    Deilson e Augusto, parabéns pelo desenpenho que vcs vem mostrando a cada reportagem de Pekin. um grande beijo Maria José

  2. Elisa » Postado em: 10 de agosto, às 14:32

    PARABÉNS!!

  3. LeX » Postado em: 11 de agosto, às 19:28

    “Se jogamos em um taxi…”

    Fugiu da escola?

  4. josé » Postado em: 11 de agosto, às 19:54

    Brasileiro falando inglês também é raro.

  5. Roberto, dos The Biritles » Postado em: 13 de agosto, às 16:13

    Parabéns, Nogu, seu blog está muito legal. Espero que você se divirta tanto fazendo como nós lendo. A minha sugestão é para você aparecer, discretamente, no meio de umas fotos como essa. Daqui nós poderíamos brincar de: “Onde está o Nogu?”
    Forte abraço,
    Roberto

venceram a promoção e estão na China com a equipe Terra.